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Um impressionante caso de abdução envolvendo um motorista de onibus de Paciência, Rio de Janeiro 1977

 A abdução ocorreu em 19 de setembro de 1977:

Um impressionante caso de abdução envolvendo um motorista de onibus de Paciência, Rio de Janeiro. Este caso, com diversos efeitos fisiológicos verificados na testemunha, envolve criaturas absolutamente diferentes de tudo o que foi registrado na casuística ufológica mundial e fora dos padrões esperados para seres vivos.

 

Introdução

No dia 19 de setembro de 1977, Antônio (daqui em diante, vamos apresentar a testemunha sob este nome aos nosso leitores) levantou-se às 2hs da manhã, sem precisar de despertador. Este era um hábito diário seu, uma vez que iniciava às 3 hs da manhã o seu trabalho de motorista de ônibus, na Viação Oriental, em Santíssimo, distante 15 a 20 km de sua residência.
Para conforto e segurança dos empregados dessa empresa, que moram em lugares ermos e distantes, estes são recolhidos um a um, por ônibus, perto de suas casas. Este é o caso de Antônio, pois gasta-se aproximadamente meia hora, de automóvel, da sua casa, em Paciência, até a Viação Oriental. Antônio costumava esperar essa condução a uns 350 m de sua residência, em torno de 2:15 hs. Ele aguardava o ônibus em uma praça, porque no local de sua casa é de rua de terra e não permite o trânsito de veículos grandes. Essa rua é atravessada por valetas resultantes da erosão provocada pelas chuvas, pois não possui proteção de pedra ou asfalto; além disso, ela apresenta uma subida de uns 15 a 20 metros e sofre a ação das águas que descem do Morro de Santa Eugênia, com 277 metros de altitude. Este é uma pequena serra, de direção leste-oeste, assim como outras nas vizinhanças de Santa Cruz e Campo Grande; são os contrafortes da Serra do Mar, que se estende ao longo dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

No dia em apreço, Antônio havia tomado café, da garrafa térmica, preparado na véspera. Vestiu-se e, antes de sair de casa, aproximadamente às 2:10 hs, apanhou uma sacola de papel, onde levava sua gravata, guarda-pó e toalha. Desceu a rua, em direção à praça, caminhando os primeiros 50 metros em direção ao norte e, uns 300 metros, em direção a sudoeste. De longe, Antônio avistou na praça avistou um vulto escuro que interpretou ser o ônibus à sua espera.

Chegando mais perto, Antônio viu que o vulto não podia ser confundido com o ônibus; primeiro, por estar esse vulto parado além do meio-fio e portanto dentro do gramado de um campo de futebol (em razão da baixa densidade populacional daquele bairro, essa praça vê-se transformada, por enquanto, em um campo de futebol); além disso, Antônio verificou espantado, mais de perto, que as dimensões do vulto eram muito maiores do que as que havia estimado à distância. De fato, o vulto ocupava toda a área entre as duas balizas do campo, distantes cerca de 60 a 70 metros entre si. A figura tinha formato discóide e arredondado, com um diâmetro de aproximadamente 50 a 60 metros, e parecia assentada no solo. ( OBs.: A praça toda mede cerca de 80×80 a 90×90). No centro, o objeto era coroado por uma cúpula de aproximadamente 7 metros de altura; parecia assim ter uma altura total de uns 10 metros, pois sua parte inferior, larga e convexa, apresentava uns 3 metros de altura; na superfície, tinha um aspecto metálico, de tonalidade chumbo, sem brilho; não havia janelas, nem portas.

Antônio julga que tenha se ocupado cerca de 3 a 5 minutos com suas observações, facilitadas pela iluminação pública de lâmpadas de mercúrio. Entretanto, viu-se repentinamente envolvido por um jato de luz azul cuja procedência ignorava. Antônio verificou que tudo ao seu redor estava banhado por um esplendor azulado, como, por exemplo, os postos de iluminação pública; essa luminosidade parecia lhe causar um tremor ao longo da espinha. Tudo isto já lhe causava enorme espanto, quando surgiram, em fração de segundo, outros aspectos do fenômeno, assustando-o ao extremo e fazendo com que ele iniciasse a fuga imediatamente.

Fazemos aqui breve parênteses para explicar em detalhes aquilo que para Antônio durou apenas alguns poucos segundos. Foi-nos difícil a reconstituição desse quadro, através de revisão daqueles momentos, na mente de Antônio. Isto, porque, aparentemente, ele ficava possuído pelo terror que lhe infundia a mera lembrança dos instantes que compreendia apenas parcialmente. Cada vez que os relatava, percebemos que a voz de Antônio se alterava em intensidade (começava a falar muito alto) e em sequencia (falava em “staccato”, fazendo pausas abruptas entre as palavras). Ele fixava os olhos em algum ponto do espaço, gesticulando as mãos e os braços como se estivesse revivendo o passado. Denotava ainda frustração e impaciência para com o interlocutor quando este o interpelava sobre certo detalhe, explicação ou ângulo novo a esclarecer.

OBS.: Assim, procuraremos aqui reconstituir para o leitor, da melhor maneira possível, esse rápido episódio. Ele foi o primeiro de uma série de outros fenômenos de ordem fisiológica os quais tiveram seu aparecimento no corpo de Antônio, e que estão relatados na seção Efeitos Fisiológicos Posteriores ao Contato.

Na noite tão iluminada, o que primeiro chamou a atenção de Antônio foram uns pontos luminosos e brilhante, à sua frente, que pareciam refletir a luminosidade do facho azul. Havia três grupos desses pontos luminosos. Cada grupo de reflexos concentrava-se numa figura de formato aproximadamente helipsoidal, semelhante a uma cabeça, pois se assentava sobre um tronco o qual ainda apresentava dois prolongamentos laterais, como braços flexíveis. Havia portanto três daquelas figuras, apresentando cada uma delas, na cabeça, uma série de reflexos, ordenados em direção horizontal.

antonio-abduzidoRepresentação do momento em que Antônio é abduzido

A Captura de Antônio

O disco estava a uns 20 metros de distância de Antônio (que se encontrava ainda postado no meio da rua). Entretanto, se acercaram rapidamente dele os três vultos que ele avistara no momento em que a luz surgiu.

Aquele que se encontrava mais longe de Antônio estava a uns 10 metros de distância, à sua frente, portanto, além do meio-fio, embora na parte externa do campo de futebol. Os outros dois estavam a uns 2 ou 3 metros de Antônio, um, mais à esquerda e, outro, mais à direita.

A parte “elipsoidal”, que aparentemente representava a cabeça das figuras, chegava até a altura do ombro de Antônio. Entretanto, o tronco dessas figuras descansava em um pé único. Esse pé era cilíndrico e de aspecto artificial como se fosse torneado. Mesmo assim, os três seres locomoviam-se com toda a facilidade e rapidez, vencendo inclusive o meio-fio, embora Antônio não soubesse como conseguiram.

A criatura mais distante movimentou-se rapidamente na direção de Antônio, descendo para a rua e colocando-se à sua direita. A que havia estado na sua frente e à direita postara-se atrás de Antônio; este voltou-se para seguir-lhe os movimentos; na ponta de um de seus braços flexíveis, aquela criatura segurava algo parecido com um instrumento (OBS,: Semelhante a uma seringa, como se verificaria mais tarde).

A Personagem que se achava à esquerda e à frente de Antônio colocara-se ao seu lado e fazia-lhe um sinal com os braços flexíveis, na direção do disco. O gesto parecia o de um guarda de transito que, ao abrir uma via permitindo o avanço dos veículos, movimenta caracteristicamente seus braços.

Embora Antônio tivesse tentado a fuga desde os primeiros momentos, só agora a descrevemos, porque achamos de importância maior a narração de outros lances. Mesmo porque Antônio não conseguiu encetar a fuga pretendida; a uma distância de 1 a 0,5m, seu corpo batia em paredes invisíveis, com os pés, braços e mãos, mas nenhum som era ouvido. E ainda, com maior susto e apreensão, percebeu que ele mesmo havia começado a se movimentar em direção ao disco, apesar de contra a sua vontade. Antônio não acreditava que tinha sido empurrado pelas paredes invisíveis que o contiveram e nem que seus pés tenham sido arrastados. Não sabe explicar também de que modo venceu o meio-fio da rua para subir até à grama do campo. Lembre-se de que, ao chegar até aproximadamente a 1m do disco, passou para dentro deste, mas, não sabe explicar como isso aconteceu.

No Interior do Disco

Antônio narrou que, dentro do disco voador, viu-se inicialmente no meio de um corredor de aproximadamente 2 metros de largura e que era “recurvado para dois lados”. (OBS. da SBEDV: Circular, acompanhando o contorno do disco?) A sua esquerda, viu os dois seres que supostamente o haviam raptado e, à sua direita, ao longo do corredor, afastava-se uma terceira personagem. Olhando para trás, Antônio observou que as paredes do corredor estavam transparentes, pois, para baixo, enxergava os postes de iluminação e a praça onde havia estado ainda poucos instantes. Entretanto, agora ele via a praça de cima e ela estava se afastando. Surgiram também por baixo uma palmeira e a paisagem situada a oeste daquela praça, o que indicava estarem Antônio e o disco viajando nesse instante, naquela direção.

Ainda ocupado com o pensamento nisso, Antônio viu surgir novamente a estonteante luz e o formigamento ao longo da espinha. Outra vez houve uma metamorfose do ambiente, pois no instante seguinte a testemunha achou-se bem no centro de um salão. Este salão apresentavam um diâmetro de 10 a 12 metros e a 4 metros de chão, aproximadamente, o teto plano, de onde provinha fortíssima luminosidade.

Em cada lado de Antônio, à esquerda e à direita, havia um grupo de seres conforme os já descritos aqui. Cada grupo contava aproximadamente uma dúzia ou mais. Para a testemunha, sobressaía nesses seres a movimentação constante de seus braços flexíveis, mais parecidos com trombas de elefante. Eles ostentavam nas cabeças uma espécie de antena, que Antônio não havia observado observado nos três primeiros que vira na praça (OBS. da SBEDV: devido à escuridão).

As rápidas sequencias vividas pela testemunha, embora só passivamente, não haviam lhe retirado ainda a idéia de fugir. Pelo menos, Antônio fazia tentativas para isso, pois constantemente procurava deixar o cubículo de paredes invisíveis que o prendia, batendo incessantemente com seus membros de encontro à elas. Diante dessa prisão e da impotência para se defender, tendo ainda pela frente duas dúzias de seres iguais ao seus captores, o pânico de Antônio alcançou grande intensidade de desespero. Por isso, hoje a mente de Antônio se ressente disso, apesar de vários meses decorridos.

Paradoxal efeito de um som

O ambiente no interior do aparelho era muito quente e, a Antônio o ar parecia rarefeito. Ele tinha dificuldade em respirar e estava arquejante.

Nenhum som chegava aos ouvidos da testemunha, nem tampouco o barulho de suas batidas. Assim, quase fora de seu juízo normal, por tolerar acordado esse pesadelo constituído, Antônio fez um superesforço para gritar ou então pelo menos, ouvir seus próprios gritos. Para sua surpresa, subitamente foi-lhe dado ouvir pela primeira vez um ruído: seus próprios gritos, a plenos pulmões: “Quem são vocês? Que querem de mim?

O efeito físico daquele grito de Antônio, nesse ambiente de silêncio, foi algo de espantoso. Com esse barulho, todos aqueles seres, reunidos em dois grupos, caíram para trás, de costas, como que nivelados por um furacão. Como o motivo dessa queda tivesse se originado em Antônio, as criaturas extraterrestres ficaram derrubadas ao solo com suas cabeças na direção oposta à da testemunha do episódio.

Na queda, cada um dos seres procurava, com a extremidade de suas duas trombas, segurar ou proteger uma espécie de hélice, com cerca de 2,5cm de diâmetro, semelhante a uma pequena colher, fixa no topo de uma haste-antena presa na parte superior do “elipsóide” – se assim quisermos denominar aquilo que corresponderia, pela posição, à cabeça humana terrestre; essa haste-antena possuía um comprimento de aproximadamente uns 20 cm.

Passados alguns momentos, os extraterrestres estenderam para a frente os seus braços-trombas; em seguida, sem curvarem seus corpos para a frente (como seria o normal para um ser humano que quisesse levantar-se), todos eles passaram gradativamente para a posição vertical (conforme estavam desde o início).

Pelo ritmo que a partir daí tomaram os acontecimentos, cada um deles quase era superposto ao anterior, antes que a cabeça de Antônio pudesse achar uma explicação ou adaptar-se pelo menos a cada situação. Porém, essa louca sequencia continuava a desenvolver-se daqui em diante, embora Antônio não fosse mais o pivô do espetáculo, mas apenas expectador. Mesmo assim, nos 30 minutos aproximados que passou nesse salão do disco voador, a mente de Antônio foi extremamente solicitada pelo que presenciou. Por isso entendemos poder transmitir ao leitor apenas uma fração do episódio; nunca seríamos capazes de reproduzir nestas palavras o impacto sofrido por Antônio, em tudo aquilo.

Os detalhes observados nos Ufonautas e no interior da nave

Daquele momento em diante, Antônio não conseguiu repetir a proeza de seu grito, com o estonteante efeito. O resto do episódio desenvolveu-se em completo silêncio. Houve apenas projeções de imagens quadradas, com aproximadamente 2×2, na parede oposta à posição de Antônio.

Essas projeções eram aliás sempre acompanhadas por um movimento de luzes no teto, que surgiam com grande intensidade. Tais luzes alternavam-se na cor: às vezes eram brancas e, outras, azuis. Esse jogo de luzes fora também visto por Antônio durante a queda dos ufonautas, já descrita. Ainda com relação ao movimento das luzes, é interessante notar que elas surgiam no teto para depois se desfazerem gradualmente, como se fossem uma nevoazinha baixando ao longo das paredes. Quando a luz intensa desaparecia, via-se que as paredes e o teto eram da tonalidade do alumínio fosco, enquanto que o chão tinha a cor de chumbo.

A técnica das projeções mencionadas estava ligada a uma certa mesinha diante de Antônio; essa ligação fazia-se por uma série de apetrechos e espécies de seringas que os ufonautas atarraxavam à mesinha. Toda essas seringas tinham aproximadamente 20 cm de comprimento; grande número delas estava afixado na parte inferior do tronco de cada ufonauta, como que formando uma cartucheira larga. Os extraterrestres adiantavam-se, alternadamente, um de cada grupo. Cada um passava por Antônio e seu cativeiro invisível, para depositar uma das suas “seringas” numa parte da mesinha, oposta a Antônio, atrás de um anteparo e assim inacessível à vista da testemunha. As seringas escolhidas pelos ufonautas eram geralmente mais estreitas, com cerca de um dedo de grossura; isso embora houvesse, na “cartucheira”, “seringas” mais largas com três a quatro dedos de grossura.

Cada seringa era retirada pelo ufonauta através de seu “braço-tromba”, que possuía cerca de um dedo de espessura na extremidade; esse braço tromba enrolava-se em torno da seringa para transportá-la.

Geralmente esses braços-trombas estavam em movimento; por exemplo, um passando por cima do outro, enquanto o outro passava pelas costas. Esses membros começavam junto aos ombros, com uns 20 cm de diâmetro, e eram cobertos de escamas finas, de cor escura e fosca (Letrafilm 280 M).

Os ombros apresentavam cerca de 55 a 65 cm de largura. As trombas eram relativamente longas, com cerca de 100 a 120 cm de comprimento; sua extremidade ficava a um palmo do chão, quando estendidas, o que raramente aconteceu (isso foi observado em um dos ufonautas durante o ato de captura de Antônio e em um outro que acabava de depositar a seringa na mesinha da testemunha).

O elipóide alongado (sem boca, orelhas ou cabelo), que poderia presumidamente corresponder à cabeça humana terrestre, media aproximadamente 30 cm no diâmetro maior e vertical. Essa cabeça assentava-se diretamente na parte superior do tronco, sem o intermédio de um pescoço. Era lisa e tinha a mesma tonalidade cinza do resto do corpo do ufonauta, como tromba, tronco e pé. O diâmetro menor e horizontal desse elipsóide media uns 14 a 16 cm ao redor da circunferência correspondente a esse menor. Estavam implantados, com intervalos regulares, uma espécie de espelhozinhos côncavos com aproximadamente 2 a 3 cm de largura cada um. Pela frente, sempre se viam 5 ou 6 desses pequenos espelhos. Do centro deles, irradiava-se uma luz branca (SBEDV: ou luz incolor?) e, da sua periferia, uma luz azul. Essas luzinhas oscilavam simultaneamente na sua intensidade, aproximadamente de meio em meio segundo, a ponto de atrair a atenção da testemunha e transmitir-lhe ainda uma espécie de torpor hipnótico (de acordo com a expressão de Antônio).

A colher ou hélice, já mencionada anteriormente, na extremidade da “antena”, mostrava constante movimentação; ora rodava lentamente ou inclinava para um ou para outro lado, ora parava e invertia o sentido de sua rotação.

Finalmente, descrevendo o pé, Antônio disse que era representado por um cilindro de aproximadamente 50 cm de comprimento e 10 a 12 cm de diâmetro. Na sua extremidade inferior, esse pé alargava-se para uns 20 cm, em forma de prato. Esse prato era côncavo e o cilindro-perna, era oco. Antônio pôde perceber isso quando os ufonautas caíram ao chão, depois de seus gritos.

Segundo as declarações de Antônio, o tronco dos ufonautas tinha uma altura de uns 50 a 60 cm. Esse tronco afinava-se na sua extremidade inferior, de modo a parecer assentado sobre o pé, como se “estivesse o tronco sentado em um tamborete”. (OBS.: O nosso desenhista procurou dar realce nisso, da melhor maneira possível, no retrato falado que fez, dos ufonautas, a partir da descrição dada por Antônio).

A cabeça dos ufonautas chegava a alcançar o ombro de Antônio, mas, a antena projetava-se além, cerca de uns 20 cm (OBS.: Antônio possui 1,68m de altura).

Descreveremos ainda a mesinha que estava na frente de Antônio, a uns 2 metros de distância. Esse móvel apresentava uns 50 cm de comprimento por 20 cm de largura e 5 cm de espessura. Na parte voltada para Antônio, havia um teclado com teclas de aproximadamente 8 cm de largura. Tal mesinha era apoiada por dois pés delgados, fixos a dois lados opostos e no alinhamento central, em relação aos outros dois lados, conforme indicado no desenho correspondente, neste Boletim.

Estes pés mediam cerca de 1,20 a 1,30 metros de altura, 1 cm de largura e 1 a 2 metros de espessura. Na mesinha, em sua parte mais afastada de Antônio, havia ainda um anteparo com cerca de 10 cm de altura; junto a este anteparo, em cada lado da mesa, havia um par de hastes estendidas para cima, com aproximadamente 20 cm de altura cada uma. Tanto a mesinha como os pés e hastes possuíam a cor de alumínio (Letrafilm 172/173 M).

Assistência obrigatória a 14 estranhas projeções

Como já mencionamos anteriormente, as projeções eram iniciadas por um ufonauta que, alternadamente, adiantava-se ora de um ora do outro grupo enfileirado a cada lado de Antônio.

Ainda falando sobre a “seringa” que os extraterrestres colocavam na mesinha, acrescentaremos aqui outros pormenores. Em sua extremidade inferior, esta seringa possuía uma espécie de bico e, na parte superior, dois ganchos cuja função mais adiante explicaremos.

Cada ufonauta colocava a “seringa” e, antes de voltar ao grupo ao qual pertencia, apertava uma das teclas da mesinha. (OBS.: Talvez o lugar onde a “seringa” fosse atarraxada ou colocada tivesse uma conexão com a tecla).

Assim que a tecla era tocada, imediatamente iniciava-se uma projeção na parede. Essa projeção variava de duração: às vezes permanecia somente alguns poucos segundos, para logo dar a vez à projeção seguinte.

Quando voltava ao seu grupo, havendo iniciado uma projeção, cada ufonauta sempre dava um giro de 180º em seu corpo; iso, embora não pudesse distinguir de antemão qual a sua frente ou as suas costas, pois ambas eram iguais.

Naqueles momentos, quando o ufonauta estivesse perto, Antônio podia receber nele um vagaroso movimento de enchimento e esvaziamento do tronco; esse movimento era semelhante ao nosso ato respiratório, embora alternando-se apenas de 4 em 4 segundos. (OBS.: o nosso movimento respiratório se repete aproximadamente a intervalos de 2 segundos).

Antônio percebeu também, por ocasião de uma das projeções que a “tromba” do ufonauta estava perfurada na extremidade. Talvez, isso pudesse também servir para a aspiração de gases da atmosfera extraterrestre, caso os ufonautas disso tivessem necessidade para sua sobrevivência fisiológica (se eram pessoas) ou seu funcionamento mecânico (se eram robôs). A movimentação constante dos “braços-trombas” bem poderia estar ligada também a esse detalhe do corpo dos ufonautas, embora pudesse estar ainda ligada à preservação do equilíbrio ou movimento dos extraterrestres.

O Desembarque de Antônio

No momento seguinte à décima quarta projeção que assistira ainda no interior do disco voador, Antônio viu-se repentinamente outra vez pisando chão de terra firme, à noite. Achava-se de novo de posse de sua bolsa de papel, o que lhe pareceu bastante estranho pois, dentro do disco voador, ela não se encontrava em seu poder.

Se não fosse a presença de um ufonauta ao seu lado, à distância aproximada de 1,5m, Antônio poderia pensar que todo o episódio tivesse se passado na sua imaginação, ou então, que fosse um pesadelo seu. Contudo, ele não avistava o disco voador, por perto; então levantou a vista, à procura da nave. Foi quando viu, por baixo, o aparelho voador, com um enorme bojo cinzento, à altura dos postes de iluminação. Porém, o disco voador estava naquele momento subindo tão velozmente, que era difícil acompanhá-lo com a vista. Quando o aparelho desapareceu, Antônio olhou de novo ao seu redor, à procura do ufonauta. Entretanto, o extraterrestre havia desaparecido também.

Observando em volta, Antônio avistou umas estacas feitas de trilhos, na beira da estrada Rua Rosal; à sua frente, ele viu a casa de alguns parentes seus, na estrada Santa Eugênia.

Assim, ele soube que estava bem perto (cerca de 50 metros) da estação da estrada de ferro de Paciência, no cruzamento com a estrada que liga Campo Grande à Santa Cruz. Antônio olhou seu relógio, que estava parado em 2:20 hs min. Sentiu-se fresco, tonto, cansado e suado, após ter passado por extrema tensão nervosa (dentro do disco, havia também experimentado uma dificuldade de respirar, pois estava num ambiente quente).

Antônio dirigiu-se para a esquina do cruzamento das estradas. Àquela hora, o lugar estava ermo e com pouco tráfego. Na escuridão, o motorista viu um outro rapaz perto de um bar, ainda fechado, à esquerda. Antônio encaminhou-se para o estranho e perguntou-lhe as horas. “São 2:50 hs”, foi a resposta.

Assim, Antônio havia estado presumidamente uns trinta minutos no interior do disco voador, embora lhe parecesse ter ficado mais tempo…

Se tivesse de andar a pé de sua casa até aquele cruzamento, onde se achava no momento, para apanhar um ônibus qualquer, Antônio teria gasto cerca de meia hora também, para os 2 a 3 km de percurso.

Antônio resolveu silenciar sobre o episódio estranho que acabara de viver. Isto porque se dizia que tais fatos não aconteciam e que somente pessoas malucas relatavam experiências como aquelas. Então, embora sentindo-se mal, Antônio achou que não havia razão para voltar para casa ou faltar ao emprego; seguiu logo para a empresa onde trabalhava.

O motorista não tencionava falar sobre o assunto, em casa, com a esposa, e muito menos no local de trabalho. E Antônio conseguiu guardar segredo de tudo, até dias após o episódio, quando começou a se sentir muito mal.

 

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Dados sobre o episódio:
Testemunha: Antônio Bogado La Rúbia, de 33 anos de idade, casado, e há 3 anos motorista de ônibus, tendo instrução primária. [Dados da época da pesquisa do caso].

Residência da Testemunha [à época do caso]: Rua Caraguatatuba, Quadra 64, Lote 4, Bairro 7 de abril, Paciência, Distrito de Campo Grande, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Local de trabalho da testemunha: Empresa de Ônibus “Transporte Oriental”, na Avenida Santa Cruz, nº 1220, em Santíssimo, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Local do sequestro e da libertação: A testemunha foi sequestrada a aproximadamente 500 metros de sua residência e libertada a cerca de 3 mil metros adiante, na estrada.

Notícia publicada: Jornal “O Dia”, do Rio de Janeiro, de 4/10/1977, com o título: “Uma hora preso no disco voador, saiu com febre de 42 graus.

Datas da pesquisa [da SBEDV]: Em 1977, nos dias 15, 18, 19, 20, 23, 24, e 31 de outubro, 2 e 16 de novembro e 18 de dezembro. Em 1978, no dia 6 de abril.

Autor: A Verdade TV
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